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Poesia e boêmia

Posted in Uncategorized on janeiro 19, 2016 by gilknup
poesi e boemi
Poesia e boêmia
duas amigas minhas
que me acompanham sempre
dia após dia
bebo e fumo mesmo
e daí?
É porque eu gosto
por estar afim
Foda-se quem se importa?
Quem esta aqui?
Multidões me fazem
se sentir ainda mais sozinho
e ficar doidão existindo
nao devo satisfação
e muito menos explicação
só sei que é assim
que a vida me leve
para onde eu tiver que ir.
(GiL)

Que tudo pare

Posted in Uncategorized on janeiro 14, 2016 by gilknup

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Quero que tudo pare
O calor, o tédio, a falta
A preguiça, as desgraças…
Quero que não haja mais responsabilidades
Relacionadas a coisas rasas
Obrigações burocráticas e pessoas sistemáticas

Que haja respeito mútuo
Nas diferentes escolhas
Que a voz ativa não seja somente de uma pessoa

Que tudo se exploda, mas destrua somente as coisas
Para que o vivo está, continue e os objetos se dissolvam
Para que todos vejam, que tanto o problema
Quanto a solução são as pessoas.

(GiL)

Tudo está acontecendo agora em todo lugar.

Posted in Uncategorized on janeiro 14, 2016 by gilknup

bike freedom

O que muda é a gente
Faz, vive, sente…
Pois as coisas, sempre serão as mesmas
Nada muda só porque você deseja
Se desapega ou continue sofrendo
Por algo que aqui não esteja e nem quer estar
Tudo está acontecendo agora em todo lugar.

(GiL)

Meu mundo

Posted in Uncategorized on janeiro 14, 2016 by gilknup

destroy

Meu coração é feito de momentos, amores e saudades
Minha mente de lembranças, ideias e criatividade
Meu caminho de pedras, becos, atalhos e miragens
Na contramão de tudo que é imposto como única verdade

Minha vontade esta no querer e não querer, entre o ter e o ser
Minhas dificuldades são sobre obedecer, ter que ser assim e assado (um escravo) somente porque é assim e pronto, caso contrário estou ferrado

Meu grito é contra essa realidade, que nos destrói de maneira covarde
Meu abraço é pra quem eu sei que vale a pena de verdade
Meu ódio são para aqueles que oprimem a liberdade
Meu amor são para aqueles que não tem vergonha ou pudor, para quem estiver comigo para onde eu for.

(GiL)