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Outra forma de viver

Posted in Uncategorized on dezembro 18, 2014 by gilknup

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Dos problemas sociais que nos impedem de ser livres
Já estou cansado de saber
Que o sistema é uma merda
A religião um lixo
O estado corrupto
E que todas as autoridades são uma desgraça

Disso já tenho ódio e revolta faz tempo

O que precisamos descobrir
São novas alternativas e escapatórias para se viver
Porque nessa maldita realidade
Que nos é empurrada goela a baixo
Sempre nos ditarão regras e padrões
Pouco se importando com nossas emoções

Mas o que serão essas outras formas de viver
Além de pura utopia?
Uma maneira de se livrar
Da rotina cotidiana do dia a dia
É isso que fode com nossas vidas.

Outras formas de viver
Meios para ser e não ter
Voltar a acreditar em alguma coisa
Ter esperança nas pessoas
E descobrir em mim mesmo
O que realmente desejo
E não se perder mais
Diante do desespero

É o que eu procuro
Na luz no fim do túnel.
Algo que desfaça essa realidade
E me apresente um novo mundo.

(Gilcélio)

Religião Não

Posted in Uncategorized on dezembro 18, 2014 by gilknup

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Arte: Augusto Miranda

Nada que me oferecem é de real intenção.
Tudo traz consigo maldade, uma segunda face, me parece raso sem profundidade, muito menos conteúdo. E tudo, exatamente tudo que estão a me ofertar não faz diferença e não me acrescenta.
Observo as cobaias dessa experiência e vejo que elas agradecem com as mãos para o alto, por curiosidade olho o prato. De tão nojento me dá ânsia de vômito, farto de ideias prontas, de planos traçados. Pra entrada nos servem ensino deturpado, no prato principal a hóstia da igreja sem vinho nem nada, desce seca, quase engasga.
Funciona como uma droga qualquer, depois de tomada causa loucura, alucinação, com a diferença que o efeito da droga passa já, o delírio religioso não. Ela ocupa todos os espaços da sua mente, hipnotiza e o dano é permanente.
Não te querem livre, curioso, pensante.
Preferem você escravo, doente, com paranoia permanente, vendo vultos, ouvindo vozes, sentindo medo.
Não é segredo que vão te hipnotizar, batismo, passe, sessão de descarrego.
Nunca foi segredo.

(Aline Capzine)